quinta-feira, 21 de julho de 2011

O gozo e a cor.

Ser ou estar, sein und dasein, be ou: que mais o quês, as palavras se propõe a lembrar. As impressões e conexões continuam a se seguir e construir sem deixar de criar o que não existia. 
  
Não existência e a oportunidade de rever a visão do ocidente das cores e da parcela da vida que se vangloria na opulência dos líquidos cambiados... 

A concentração de sensações e a abertura espectral das cores que se vem quando nos embalamos na vibração comandante pelo chakra do púbis, o mesmo que nos comanda a taquicardia em par com o levante brusco da inspiração na hora do gozo. Estas que nos impelem a continuar vivendo e a perpetuar a vida que mantém sua existência.

É este o império das cores e da alegria de estar vivo? É apenas mais uma parte do colorido... (?) 

Não, não apenas o cinza de ser é cinza por não estar, mas o cinza de ser é cinza por se estar.

A cor da paz é o branco que não contém nenhuma cor pois, quando misturamos todas as tintas o que obtemos é o preto, ou é branco porquê todas as cores estão nele quando luz?

E daqui, do império do gozo, como cantarei sem a inquietude do querer?



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